Nirma Regina Constantino (Salto, São paulo, Brasil)

ENERGIA KUNDALINI
Kundalini deriva de uma palavra em sânscrito que significa, literalmente,
enroscar-se como uma cobra. O símbolo do caduceu é considerado como uma
antiga representação simbólica da fisiologia da kundalini.
O conceito de kundalini é originário da filosofia ioga e refere-se à parição
da inteligência possível de ocorrer por meio do «despertar» ioga e pelo
amadurecimento espiritual (Sovatsky, 1998). ... pt.wikipedia.org/wiki/Kundalini
Kundalini - Lit. «serpente do poder». E a energia espiritual que permanece
adormecida na base da coluna vertebral de todos os seres humanos. Quando
desperta no aspirante espiritual e passa através dos centros de consciência
(chakras) no canal central da espinha, essa energia manifesta-se em
experiências místicas e vários graus de iluminação. (sânscrito: enroscada)
- Energia da Terra, potencialmente divina, que adormece no chakra básico,
podendo ser ativada por determinados processos. A ativação da mesma libera
poderes para-normais, e traz a consciência de volta à ciência de ser Deus e
estar em Deus, em um êxtase denominado samadhi. www.iadh.com.br/glossario.htm
Na etimologia, Kunda em sancristo quer dizer Curva, forma circular, energia
vital de natureza Sexual. Situado na base da coluna Vertebral, está presa na
base da coluna enroscada como uma serpente, mas pode despertar subindo pela
coluna vertebral até os chakras superiores (Coronário e Frontal), bem como
alimentando todos os chakras ao longo da coluna vertebral.
COMPOSITORA NIRMA REGINA CONSTANTINO - BRASIL
ETER - QUINTESSENCIA
NIRMA REGINA CONSTANTINO
Sou uma pianista que, através de muita reflexão, desenvolvi alguns «padrões diferenciados» de sintonia com a música erudita.
Desde tenra idade «estagio» entre movimentos artísticos ( teatro, dança, pintura, literatura), porém com o intuito de melhor entender a dinâmica social.
A música é minha forma de «sabedoria intrapessoal» e acredito que o som produz o princípio para o autoconhecimento. Consequentemente, sua ministração reporta a alma do «ser»... para o núcleo... em «si mesma».
Meu objetivo com as composições é aflorar nos ouvintes a percepção «surreal» de inúmeros códigos e signos benéficos, que as «esferas melódicas, harmônicas» tem para nos oferecer e «recriar» condições de «nova vida» para as energias sutis que ficaram estagnadas entre os condicionamentos antropológicos.
Há muito o que se aprender e apenas compartilhando com sinceridade é que nos desenvolveremos através dos «infinitos mundos».
Estações
(Havia)... duas almas...
Entre infinitas delas...
Que estavam nos caminhos dos mundos...
Encontraram-se muitas vezes...
Apesar de (se) traçarem vidas opostas...
Descobertas antônimas...
Muitas delas...ironicamente...
Homônimas...
E assim...
O Tempo cumpria seus belos desígnios...
E...
Em quantos ciclos...
Reviram-se...
Chronos «perdeu a conta»...
Momentos felizes e infelizes...
Momentos vazios...
De nada fazer...
Foram «homens»...
Foram «mulheres»...
Pai...
Mãe...
Não foram nada...
Quando «o nada»...
Quiseram ser...
Até «antigos espíritos»...
Os acompanharam...
Os ampararam...
Nas formas da natureza...
Na «fantasia» destas «reais» brincadeiras...
Certa situação ocorreu...
Num movimento...
De roda infantil...
Porém... de despertar sutil...
Das aptidões...
E dos sentimentos...
Da alma...
E ali......as «imagens»...
De certas «passagens»...
Ficaram retidas...
Nas córneas..
Do coração...
Azuis como os céus...
Escuros como o ébano...
Multicolor...
E...
Num dos dias de glória de Saturno...
«Eles»(as)...
Não se reconheceram...
Com os novos retratos...
E ele(a)...
Procurou...procurou...procurou...
Movido(a)...
Pela saudade.
Será que se encontraram?
Será que se (re)viram?
Ou... será que todos os rostos se misturaram?
E as fisionomias...
Se integraram?
Ou...será que os «corpos» que...
Os escultores... criaram...
Tornaram-se...
De carne...
De osso...
E...
Até quando...
Não se «verão» mais...
Nos «invernos»...
Dos nascimentos...
Dos encantamentos...
Das estações...
Nirma Regina
Pensamentos de uma compositora clássica contemporânea
Autora: Nirma Regina Constantino (Salto, São paulo, Brasil)
© Copyright da autora .
E-mail: Contato:
nirma.constantino@gmail.com
Blog: http://aartedoslivrespensadores.blogspot.com/
A MUSICA é entidade viva e existe, coexiste por si mesma. Está em todo o universo e em todas as formas que nele se fazem presentes. Os chamados «mestres da música» compreenderam e sentiram esta potência atemporal em si mesmos e em toda a criação.
Respeitaram «sua vontade» e fizeram com que a energia da vida fluísse em todas a direções. Isto não é privilégio de uns, mas de todos que possuem olhos para contemplar sua face e assim o querem.
Podemos entendê-la com as prerrogativas intelectuais humanas, porém para senti-la é preciso sentirmos a nós. E para manifestá-la é preciso ir além do pensamento, das teorias, dos conceitos daqui, que estipulamos como princípios e fins, de verdades quase absolutas. Por isso, somos um PENTAGRAMA...em movimento.

A Música vem de lugares longínquos e atravessa os «universos». Não possui vínculos humanos, pois é entidade plena, absoluta e autocriativa. Enganam-se aqueles que tomam-na em dogmas, que discorrem - na pelo limitado tempo histórico ou pelas vagas concepções da estesia temporal.
Nossas religiões, nossas filosofias, doutrinas, nossas teses normativas ou mesmo paracientíficas, ainda não compreendem o teor profundo de seus mecanismos psicofísicos e etéreos.
Por isso resolvem suas teorias e sua análise geral, pautando-se em «fatias culturais» de conhecimentos ultrapassados ou mesmo anímicos.
A «Música» é ultradimensional e baseia-se em «leis» espirituais e (ou) materiais, tidas como (para)normais, porque não interrelacionamos-na com o conhecimento erudito e científico.
A «Música» não requer palavras, requer percepção profunda da sua natureza sutil, transcendente e atípica. Sugere outros padrões analíticos ou psíquicos. A «Música» inspira a transição da consciência para além das fronteiras e das tendências
...E A «AUREA LUZ»...SE FEZ NOVAMENTE...EM MAIO DE 1888... - Compositora Nirma Regina Constantino (Referência a Navio Negreiro de Castro Alves).
