
Sanio Aguiar
Morgado - Biografia
Filho de
emigrantes portugueses da região do Douro, Paredes da Beira, Conselho de São
João da Pesqueira em Viseu, nasceu em Campo Grande na zona oeste do Rio de
Janeiro, Brasil em 1955.
Poesia de Sanio Aguiar Morgado - POEMA - VERSOS INEXISTENTES -
ANJO - SER COMPLETO
Poesia de
Sanio Aguiar Morgado - Contacto; Herança Além Tejo; Arquitecto do Amor
Sanio Aguiar
Morgado - Biografia
Filho de emigrantes portugueses da região vinícola demarcada do Douro,
nasceu na antiga Guanabara, em Campo Grande na zona oeste do Rio de Janeiro,
Brasil, em 1955.
No começo de sua infância ficou sob os cuidados da irmã mais nova devido a
uma enfermidade de sua mãe. Foi marcado pela liberdade e a rica natureza, um
isolamento que tornaria maior a sua vivência interior das coisas. Aos cinco,
entretanto, sua irmã mais velha o adopta e propicia-lhe uma melhor educação
em Ipanema.
O despertar pela poesia estava chegando, numa mistura de ouvir os sonetos de
Camões e músicas de Charles Aznavour. Com onze anos descobre os poemas de
Cecília Meireles e começaria a escrever seus primeiros versos e a ter paixão
pela poesia.
Em 1967 passa a estudar no tradicional Colégio São Bento, onde num teste
oral de francês, ao declamar um poema, o professor lhe deu a nota máxima e
única na turma, dizendo-lhe não haver pontuação maior. Nesta fase perde seu
pai, que acabou por não conhecer as suas virtudes.
Desde cedo trabalhava e se especializava na área industrial. Em 1975
interrompe os estudos de engenharia civil, para fazer um curso técnico na
área de segurança do trabalho para a Companhia Industrial onde trabalhava.
Mais tarde aprovado em concurso para o Banco do Brasil, optou por seguir
após selecção externa, para as Empresas Nucleares Brasileiras, concluindo
licenciatura em arquitectura e urbanismo e exercendo esta função até fins de
1986.
Recebe convite da EMBRASCON para trabalhar em grupo de criatividade no
projecto de um centro de formação técnica para a PETROBRAS e de 1991 à 1995
para a Quaker Química S.A. Nos últimos anos actuava como arquitecto
independente até 2006, quando muda para Lisboa e dedica-se ao restauro e a
compor musicas e poemas com influencia do sentimento português.
E pai de duas filhas, Marcelle Louise (médica) e Michelle Desirèe,
licenciando-se em direito.
Em 1985 o Jornal O Patropí, da região onde nascera, concede o título de
Benemérito da Imprensa. O seu poema «Regresso» é classificado em 1987 na Iª
Mostra de Poesia do Rio de Janeiro, participando da finalíssima no Museu da
República, promovido pelo Centro Brasileiro de Letras e Artes, tendo
recebido um diploma e a publicação do seu poema na revista Arte & Cultura.
Torna-se sócio membro do Centro Brasileiro de Letras e Artes em 1988 e
recebe convite para publicação de poemas no conceituado jornal literário «O
Escudo». No ano seguinte, faz parte do Clube de Poesias de Petrópolis,
relacionando-se com académicos daquela região.
Em 1992, Joel Motta, Jornalista e Director do Jornal Barra Condomínios,
publica reportagem sobre seus poemas e o convida a escrever uma coluna ,
criando a «Viagem Poética» que divulga autores antigos de língua portuguesa,
por mais de 15 anos, onde permanece activo.
Publicou o livro «ANSEIOS», em 2000, impresso na fábrica de livros do Senai,
o qual, hoje faz parte do acervo da «Association Bião –Pour la diffusion de
la culture brésilliene en France», o que o deixou muito satisfeito. Em uma
entrevista a um jornal local afirmou:
-«Meu trabalho é intuitivo, não tenho conhecimento teórico
e literário profundo, mas qualquer detalhe se pode transformar em
inspiração». O apresentador Collid Filho da Super Rádio Tupi do Rio de
Janeiro em seu «Salão Grená» declamava seus poemas valorizando as poesias
contidas neste livro.
Seu poema «Quadro Poético» em 2005 é destacado em concurso de âmbito
nacional entre 40 semifinalistas do Fest Campos de poesia falada, na sua
sétima edição, sob responsabilidade da importante professora e catedrática
Regina Tonelli. Em 2007 o Jornal Destak, de grande circulação nos
transportes públicos de Portugal, publica o seu poema «Metro Lisboa».
Escreve um conto juvenil ainda não publicado, intitulado «Um miúdo
Luso-Tupinikin», passado nos anos cinquenta na então antiga capital do
Brasil, Guanabara .
Em 2010, o escritor português Francis Raposo Tavares indica seu trabalho a
Arlete Piedade, redactora chefe do Jornal
www.raizonline.com , de grande
penetração na cultura dos países de língua lusófona, com a tecnologia da
internet, que publica a sua biografia e poesias, com o novo nome artístico
de Sanio Aguiar Morgado, convidando-o a colaborador após conhecer seus
trabalhos no site literário
http://recantodasletras.uol.com.br/autores/pg5533 .
Pretende dedicar-se sempre mais ao que mais gosta de fazer
que são seus poemas, aquilo que sempre esteve presente em sua vida mas
ficava ao lado devido ao seu trabalho.